Gostava quando te via
com asas de alegria
voando sobre o arvoredo!
Bem te vi! Bem te vi!
Caía a tardezinha
enquanto fechava o dia
com as cores do seu tinteiro!
Bem te vi! Bem te vi!
Depois de manhãzinha,
numa romaria de festa,
ouvia-se a sinfonia!
Bem te vi! Bem te vi!
Hoje o que me resta
da janela de minha fantasia
é abrir uma tênue fresta,
e satisfazer meu desejo:
Bem te vi! Bem te vi!
Há tempos que não te vejo!
Não vens mais neste aprisco!
Fica apenas o ensejo:
viver tornou-se um risco!
Poeta, escritor, amante da música e da arte. Um ser humano muito simples em busca do significado profundo da vida, que é o amor, por onde a humanidade ganha sentido no exercício da fraternidade.
quinta-feira, 24 de agosto de 2017
Bem te vi!
Gostava quando te via
com asas de alegria
voando sobre o arvoredo!
Bem te vi! Bem te vi!
Caía a tardezinha
enquanto fechava o dia
com as cores do seu tinteiro!
Bem te vi! Bem te vi!
Depois de manhãzinha,
numa romaria de festa,
ouvia-se a sinfonia!
Bem te vi! Bem te vi!
Hoje o que me resta
da janela de minha fantasia
é abrir uma tênue fresta,
e satisfazer meu desejo:
Bem te vi! Bem te vi!
Há tempos que não te vejo!
Não vens mais neste aprisco!
Fica apenas o ensejo:
viver tornou-se um risco!
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