Entre a lua nova e a lua crescente,
entre esta mesa, a janela e a rua,
não, o mundo não acabou!
Nibiru não passa de uma farsa!
Hoje é sábado solenemente.
Escrevendo, observando estou,
tenho a alma tão pura e nua
sou Moisés diante da ardente sarça!
O Eterno agora mesmo me visitou
numa dança mágica e circular,
no vidro de minha janela pousou
e colocou sobre mim Seu olhar
com uma meiguice tão ardente,
não, o mundo não acabou!
A verdade mais bela e crua
está no olhar deste inseto!
Embora, todos lá fora na rua
querem um grande esplendor!
Não sabem que é no mais trivial,
naquele matinho pegando fogo,
diante de Moisés no deserto,
se encontra o maior lance do jogo!
O mais fantástico, mais descomunal,
não é preciso buscar tão longe!
Nestes dois olhinhos de monge,
Ele aqui bem perto pousou.
Não, o mundo não acabou!
Poeta, escritor, amante da música e da arte. Um ser humano muito simples em busca do significado profundo da vida, que é o amor, por onde a humanidade ganha sentido no exercício da fraternidade.
sábado, 23 de setembro de 2017
Louvo a Deus
Entre a lua nova e a lua crescente,
entre esta mesa, a janela e a rua,
não, o mundo não acabou!
Nibiru não passa de uma farsa!
Hoje é sábado solenemente.
Escrevendo, observando estou,
tenho a alma tão pura e nua
sou Moisés diante da ardente sarça!
O Eterno agora mesmo me visitou
numa dança mágica e circular,
no vidro de minha janela pousou
e colocou sobre mim Seu olhar
com uma meiguice tão ardente,
não, o mundo não acabou!
A verdade mais bela e crua
está no olhar deste inseto!
Embora, todos lá fora na rua
querem um grande esplendor!
Não sabem que é no mais trivial,
naquele matinho pegando fogo,
diante de Moisés no deserto,
se encontra o maior lance do jogo!
O mais fantástico, mais descomunal,
não é preciso buscar tão longe!
Nestes dois olhinhos de monge,
Ele aqui bem perto pousou.
Não, o mundo não acabou!
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