No meu texto "a idade do homem", eu escrevo que na natureza nada se perde, nada se cria, nada se transforma, enquanto que Lavoisier disse que na natureza nada se perde, nada se cria e tudo se transforma. Na realidade dá no mesmo e depende do ângulo em que você olhar. Aí está a velha antítese entre Parmênides e Heráclito, no Antigo e Vasto Mundo Grego. Só vou lhe fazer uma perguntinha para movê-lo a pensar: você, caro leitor, tem a certeza absoluta de que toda a transformação que você percebe é realmente um movimento cambiante ou estático? Veja que a análise do movimento faz parte da consciência objetiva racional do homem. Será que nós temos certeza absoluta da realidade da característica do movimento ou da aparente transformação que observamos na natureza?
Prof. José Luiz Teixeira do Amaral
Nenhum comentário:
Postar um comentário